ADRA oferece recursos para o 20º Dia Nacional de AIDS

A Agência Adventistas de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) comemorará o 20o. Dia Anual da AIDS , em 1o. de dezembro, com jogos da ADRA Mundial para o evento, contendo informações e recursos sobre a pandemia global da AIDS e sugestões para que as comunidades atuem visando à erradicação da doença.
 
O jogo referido contém um Guia Para o Dia da AIDS, com testemunhos de pessoas que são soropositivas, fatos importantes e formas de envolver-se. Também inclui um boletim, um anúncio para pregadores, bem como um cartaz para conscientização do Dia Mundial da AIDS em igrejas locais, escolas, centros comunitários, e negócios.
 
"Com esses recursos, a ADRA está capacitando toda pessoa a atuar em suas próprias comunidades em favor de milhões de indivíduos que têm sido afetados pelo HIV e AIDS", declarou Hearly Mayr, diretor para conscientização pública da ADRA Internacional.
 
Por todo o mundo, estima-se em 33 milhões de pessoas que atualmente vivem com HIV. Desse número, mais de 15 milhões são crianças com menos de 15 anos de idade. O Dia Mundial da AIDS, que foi primeiro criado pela Organização Mundial da Saúde e pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1988, tem promovido crescente conscientização sobre a doença, combatendo preconceitos, e propiciando um crescente entendimento do problema por todo o mundo.
 
A ADRA está oferecendo fitas comemorativas para o Dia Mundial da AIDS que podem ser usadas em demonstração de apoio à causa. Tanto a fita quanto o estojo podem ser solicitados na www.adra.org, por e-mail ou no endereço RibbonsofHope@adra.org, ou pelo telefone [dos EUA] 1.800.424.ADRA (2372). Recursos estarão disponíveis nos EUA e Canadá enquanto o estoque durar.
 
Exemplares de um Catálogo de Presentes Realmente Úteis da ADRA para 2009 também está disponível aos que solicitarem. O catálogo destaca um conjunto de projetos de desenvolvimento, inclusive iniciativas sobre HIV e AIDS em Gana, Libéria e Suazilândia.
 
Para maiores informações, visite adra.org.

Às vezes você é a única pessoa em sua vida que lhe dará atenção. A responsabilidade é esmagadora às vezes, mas emocionante.
Tameka Brown

Embora os estudantes sejam pagos para preencher pedidos de literatura, eles são treinados a acolher perguntas, incentivar conversas e edificar relacionamentos. Talvez o conforto da anonimidade combinado com a necessidade humana básica de encontrar alguém disposto a ouvir faz com que muitos clientes se abram, diz a estudante Tameka Brown, que trabalha na MAI há dois meses.
 
"Às vezes você é a única pessoa em sua vida que lhe dará atenção", diz Brown. A responsabilidade é "esmagadora às vezes, mas emocionante", ela acrescenta.
 
Durante uma recente visita a um centro telefônico, o pessoal estava em meio a uma programação evangelística transmitida internacionalmente e ocupavam-se em preencher pedidos de literatura e a responder perguntas várias.
 
Brown, que havia trabalhado num esforço de levantamento de fundos, disse que responder às chamadas do MAI é confortador -- não só os clientes já são interessados, mas suas perguntas têm renovado a sua espiritualidade. "Quando se cresce na Igreja, começa-se a pensar que já se ouviu todos os sermões, e se conhece todos os versos", ela diz. "Mas quando essas pessoas chamam e você percebe quão persistentemente estão buscando encontrar a Deus e encontrar a verdade, isso lhe faz desejar estudar mais as coisas por si mesma".
 
Se uma conversa excede o escopo do serviço, o atendente pode transferir o cliente a um capelão, tal como Williams, que é mais qualificado a responder perguntas teológicas mais complexas. Às vezes os atendentes pedem aos consultores mais tempo para pesquisa adicional.
 
"Ninguém tem todas as respostas", diz a diretora do MAI por dois anos, Twyla Wall. "E os clientes percebem se estão apenas obtendo respostas superficiais. Se eu estivesse fazendo perguntas duras, eu preferiria alguém que dissesse, 'permita-me pesquisar sobre isso e daí lhe retorno a chamada".
 
Os atendentes, contudo, são habilitados a lidar com uma ampla gama de tópicos. Quando um cliente chama, o programa de software do sistema determina a que ministério de mídia o cliente está se dirigindo, o que limita o campo para possíveis solicitações e respostas.
 
Mesmo assim, o escopo do trabalho pode ser bem amplo, declara Williams. Ele compara a questão com trabalho numa sala de emergência -- "Você tem um pequeno montante de informação antes de ir à sala do paciente, e o resto é território desconhecido". A chave, ele diz, é a multitarefa -- o serviço ao cliente deve ouvir ativamente enquanto simultaneamente busca respostas ou informações num banco de dados ampliado.
 
"Decerto seria mais fácil apenas responder ao telefonema, dar respostas genéricas. Mas propiciar essa atenção pessoal é o que as pessoas buscam e apreciam", declara Williams.
 
Wall gostaria que esse nível de atenção pessoal fosse aplicada à presença do Website da Igreja também, como em suas transmissões de TV. Ela gostaria de ver o MAI evoluir de um ministério exclusivamente para apoiar a programação da Igreja para mais ministérios online. Ela imagina o centro com um número de chamada gratuita -- e idealmente uma seção para conversa online (chat) -- alistada nos websites de toda igreja na América do Norte.
 
A maior parte da presença de igrejas locais online é ainda indireta, diz Wall. Embora informações básicas possam estar disponíveis, os pesquisadores não são capazes de contatar uma pessoa ao vivo numa forma oportuna e eficiente.
 
"Geralmente só se encontra, 'pesquise aqui', ou "clique para ler'. O melhor que se consegue é um link de 'clique aqui para nos contactar'. Mas o "nos" pode levar meses para responder, comenta Wall. Semelhantemente, quando alguém chama uma igreja local, geralmente só obtém uma secretária eletrônica. Como seria se esses chamados fossem dirigidos ao MAI, ela pergunta.
 
Wall também opina que se o MAI fosse mais focalizado em websites conseguiria uma audiência mais jovem. "Serei a primeira a dizer que não estamos realmente nos comunicando com muitas pessoas abaixo dos 40", diz ela. "Apenas ter uma presença de website já seria o suficiente?temos que ser interativos, edificar comunidade". Em vista de que virtualmente todos os funcionários do MAI são estudantes, Wall acredita que eles obterão maiores oportunidades em impactar seus colegas segundo o centro avance para mais ministérios online.
 
Por fim, Wall declara que o âmbito do trabalho do MAI é limitado. Mediante os serviços de capelania do centro, ela diz que os funcionários ocasionalmente descobrem a respeito de batismos, mas "para a vasta maioria de contatos, nunca sabemos como findaram". O MAI é "somente um elo de ligação na cadeia de eventos na jornada espiritual de uma pessoa. Apenas tentamos pensar de cada chamada como uma oportunidade para apresentar a melhor imagem sobre o cristianismo".

 Dentro de uma conversação de 5 a 10 minutos diz Wall, "você pode explicar a doutrina do sábado, assim tentamos criar em vez disso um relacionamento".


November
Fonte: Rede Adventista de Notícias

 


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Marybeth Mosier